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Situada a aproximadamente 40 quilômetros de Santo Antônio do Leverger, rio Cuiabá abaixo, a Usina de Itaici é um imóvel tombado como patrimônio estadual.
A Usina começou a ser edificada em 11 de junho de 1896 e terminou 14 meses depois. Estima-se que algo em torno de mil operários participaram da construção. O maquinário, importado da Alemanha chegou ao local por transporte fluvial. De 1900 a 1920 Itaici teve o seu período de esplendor. Chegou a abrigar uma população que registrava perto de cinco mil pessoas, foi o primeiro lugar de MT a ter energia elétrica e tinha uma infra-estrutura audaciosa para aqueles tempos, com farmácia, capela, escola, dezenas de casas (em estilo popular padronizado), aulas de música para as crianças e, inclusive, tinha moeda própria, cunhada ali mesmo.
Itaici parou de produzir em 1957, mas sua decadência teve início na década de 30. Desde então, ficou abandonada, mas nunca esquecida, seja pela sua imponência, ou seja pela constante associação de Itaici com Totó Paes de Barros, um dos personagens mais controvertidos da história de Mato Grosso.
Fonte/Créditos: http://www.flickr.com/photos/jeffbelmonte/20610720/
En ce lieu, aux premiers siècles de la chrétienté, saint Siméon, dit le stylite, a vécu pendant 39 ans sur une plate-forme de 4 m2 à dix mètres au-dessus du sol. Une sorte d’ermitage pour se détacher du monde d’en bas. Ses prêches ont attiré des publics innombrables et converti des foules au christianisme naissant. À sa mort, ses disciples ont érigé une immense église et un monastère pouvant abriter jusqu’à 500 moines.
Des pèlerins sans nombre ont emporté de multiples reliques de la fameuse colonne. Tout ce qu’il en reste aujourd’hui est la pierre de forme ovoïde qui trône sur un piédestal à la croisée des transepts.
Fonte/Créditos: http://www.flickr.com/photos/-ergo-/5584762121/in/photostream/